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Servidores da educação pedem reposição de 21,5% e definem 2 dias de paralisação

Também buscam negociar questões como as ofertas do Pró-funcionário

O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) realizou segunda feira (21) uma assembleia geral da rede estadual para discutir as pautas a serem reivindicadas ao Governo do Estado, e na ocasião os servidores definiram duas paralisações, uma no dia 1º de abril e uma no dia 16 de maio. Os servidores cobram aplicação imediata de 21,51% de recomposição do piso salarial estadual, para se equiparar ao Piso Salarial Profissional Nacional, que é de R$ 3.845,63, em 2022.

A assembleia ocorreu após dois dias de debates do Conselho de Representantes. O Sintep busca avançar nas negociações com o Governo para que haja o pagamento da revisão geral anual (RGA) e equiparação ao piso nacional. Segundo o presidente do Sintep-MT, o piso praticado em Mato Grosso é de R$ 3.164. “Nenhum outro governo, que passou, até agora praticou um piso inferior ao piso salarial nacional como está sendo praticado hoje”.

Também buscam negociar questões como as ofertas do Pró-funcionário. Entre elas, o fim do desconto previdenciário de aposentados e pensionistas, bem como questões relativas ao funcionamento das instituições escolares. Ficou definido ainda um calendário de mobilizações e paralisações.

“Foi apontado um calendário de mobilizações que começam nos dia 29, 30 e 31 de março. Mobilizações aqui em Cuiabá, nas nossas subsedes e nas nossas regionais, de acordo com aquilo que for possível e que acredito que terá um grande envolvimento da nossa categoria. E no dia 1º uma grande paralisação com ato público aqui em Cuiabá”, disse Valdeir.

O presidente do Sintep-MT afirmou que não tem havido diálogo com o atual Governo e que além dos meses de março e abril, mobilizações também devem ocorrer no mês de maio.

“Mês de maio, que é a data base da categoria […] como há um calote em curso e confisco de aposentadorias e pensões, o mês de maio está sendo apontado como grande mês aí de luta. Então no dia 16 será um dia de paralisação da categoria para continuar essa denúncia acerca do desmonte promovido pelo governo Mauro Mendes”, afirmou Valdeir.

Fonte: AN




23/03/2022 – Confresa FM

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