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Um homem de 25 anos foi preso pela Polícia Militar após ser acusado de agredir e ameaçar a própria esposa, de 32 anos, dentro do Hospital Municipal de Vila Rica, no norte de Mato Grosso. A mulher havia acabado de dar à luz e permanecia internada no setor de recuperação pós-parto quando o episódio aconteceu na tarde de terça-feira (25).
A situação mobilizou funcionários da unidade de saúde, que acionaram a Polícia Militar após presenciarem as ameaças contra a paciente. Quando os policiais chegaram ao quarto, encontraram o casal junto do bebê recém-nascido.
Conforme o registro policial, o homem teria segurado a esposa pelo pescoço em várias ocasiões e feito ameaças contra ela diante de profissionais de saúde e de outros pacientes que estavam no local.
Durante a intervenção policial, o suspeito teria adotado comportamento agressivo e passado a desacatar a equipe. Segundo a PM, ele ainda utilizou o carrinho onde estava o bebê para dificultar a aproximação dos policiais.
Diante da situação, uma enfermeira conseguiu retirar o recém-nascido do quarto e levá-lo para um local protegido, evitando que a criança permanecesse no meio da confusão.
Outra paciente, que também estava internada no mesmo quarto após passar por um procedimento cirúrgico, presenciou a ocorrência. Devido ao risco de que a situação se agravasse, os policiais solicitaram reforço.
Com a chegada de outra equipe, os militares conseguiram conter o suspeito e afastá-lo da vítima. Ainda segundo o registro, o homem teria resistido à prisão durante a intervenção.
Funcionários do hospital também relataram aos policiais que o suspeito teria ameaçado pessoas após ser advertido por supostamente fotografar outros recém-nascidos internados na unidade.
Após a contenção do homem, a mulher passou por uma nova avaliação médica. Ela relatou dores provocadas pelas agressões e permaneceu recebendo atendimento da equipe hospitalar.
O suspeito foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil, onde o caso foi registrado como ameaça, lesão corporal no contexto de violência doméstica e resistência.
A Polícia Civil deverá apurar as circunstâncias das agressões e demais fatos relatados durante a ocorrência.
fonte/an



